sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Justin Bieber


Então ele é biba? porque ele usa o cabelo pro lado, porque a voz dele antigamente era fina, porque ele usa tênis estilosos, porque ele trata as garotas com todo o respeito, e mais, ele é biba porque ele chora quando canta a música que ele escreveu sobre a separação dos pais dele? Então pra você, ser biba é isso? Essa é a sua justificativa? Então ta, se usar cabelo pro lado é ser biba, então os Beatles eram os mais boiolas do planeta. Se ser cavalheiro é ser biba,então coitada da humanidade. E pior de tudo... Se chorar porque sente falta dos seus pais juntos, é ser biba, então você é um sem coração. Uma pedra, dura. Você não sabe do que ele passou, e de onde ele começou. Já viu as fotos da parede dele completamente infiltrada? Já viu como a mãe dele sofreu pra passar por tudo, e o fato de o pai dele ter sido preso?
Você já viu? Não, né. Você não passou pelo que ele passou, por isso não entende, e fica aí falando merda.
Você não tem garotas te querendo 24 horas por dia, por isso desconta tua raiva escrotinha no Justin. Quer saber a verdade? O boiolão aqui é você, que não é homem o suficiente pra confessar que o cara é bom, canta bem, tem uma baita manha pra conseguir as garotas e te deixa no chinelo, com uma, ou duas garotas, a cada mês. Faz o seguinte? Te olha no espelho, depois, põe uma foto tua e uma do Justin, lado a lado, e pergunta pra várias garotas o que elas acham. Aí sim você vai descobrir quem é o biba.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

- Deixa ser o que for


Ela tem medo de se envolver demais, de sentir demais, de se enganar. Pode parecer clichê demais, mas parece que é a primeira vez que ela se sente assim e não é, ela só havia esquecido e se bloqueado dessas sensações. Ele deu a ela um pedaço de esperança sobre os garotos desse planeta, que ela julgava estarem todos perdidos e sem soluções, mostrou que ela pode ser mais do que achava que era.
Todas suas dúvidas e pensamentos se mesclam com esse novo sentimento que se sobressai. Ela não sabe o que é isso que sente ou se tem algum nome, só sabe que é algo bom que a faz rir, que não a deixa mais cair na solidão, que faz muito bem a ela. A sensação é ótima e possui algum nome desconhecido e indefinido, já que ela sabe que não é nada normal sentir algo por alguém tão distante e que ela encontrou raras vezes. Mas ela também sabe que tentar rotular esse sentimento não vai responder a nenhuma das perguntas que ela se faz e não vai fazer o universo conspirar ao seu favor. A única coisa que ela precisa de verdade é apenas sentir, desistir das incertezas e não pensar no que vai acontecer quando o próximo dia amanhecer.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Uma possível felicidade.


Um estado de harmonia no qual sempre acreditamos que iremos permanecer um dia, assim é a felicidade que almejamos. Apesar de acreditar fielmente no ideal de ser feliz, não nos foi comprovado exatamente do que se trata e de como podemos atingir tal objetivo.
Ser feliz não significa sorrir todos os segundos da vida, já que o sorriso é só um rótulo de felicidade, e esta é mutável. A felicidade não é um todo completo, ela é feita de todos os momentos em que nos sentimos bem. Quando a alma e a mente entram em sintonia, pode-se dizer que a felicidade foi conquistada, mesmo que por breves momentos.
A felicidade não depende de fatores exteriores e nem de apegos materiais, só depende dos nossos sentimentos com nós mesmos. Ela deve ser encontrada nas coisas mais simples que podem nos proporcionar boas sensações, e na paz que habita o nosso interior.
Encontrar a real felicidade ainda é possível nesse mundo onde as esperanças já foram desfeitas e refeitas muitas vezes e onde o consumismo dominou as nossas mentes, só é necessário valorizarmos o seu verdadeiro significado que ainda procuramos tanto saber.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

inexpressível.


Tão inexplicável esse algo que às vezes me assusta e toma conta de mim. Não sei de onde vem e nem como começa. Não posso chamar de medo, mas também não posso chamá-lo de solidão, pois há pessoas maravilhosas para preencher esse vazio sutil em mim. Tentando ser feliz em toda e qualquer pequena coisa que apareça em meu caminho, já que as grandes esqueceram de me encontrar. Pensamentos totalmente inexpressíveis cercam minha mente sem que haja uma saída e fazem de mim quase que vazia e invisível, uma pessoa que me tornei sem perceber. A luta entre meus sentimentos e minha razão se tornou constante depois que minha mente descobriu como dominar meu coração, e isso me fez perceber que é melhor sentir qualquer coisa do que não sentir. Ainda há inúmeros sentimentos em mim, mas eles foram trancados bem profundamente em algum lugar aqui dentro e o que me restou foi uma enorme sensibilidade artificial.
Sou minha própria heroína, só eu posso me salvar de mim mesma. Entretanto, há uma coisa impertinente: minha capa é blindada, mas minha estrutura é de cristal.